Para cada proposição abstrata, um referente na realidade imediata, percebida. Assim explica as cosias sagradas o padre Vieira nos seus sermões. "Quem fez o que devia, devia o que fez". Ele devia cada palavra que escreveu. Agora é esse o meu devir. Pousam em minhas mãos as palavras, como uma pomba com um ramo de oliveira, de Apolo, de Noé. Um porvir de esperança. Palavra há muito abandonada pelos homens. Ainda bem que, providencialmente, a esperança se avizinha à fé. Uma cuida da outra.
Nenhum comentário:
Postar um comentário