Não, não somos bons. Somos atores. O bem é a moral da história e não um objetivo a ser alcançado, não uma meta a ser vencida. Como a justiça, é uma luz, um parâmetro. Algo para além de nós, que criamos para nos distinguir dos cães, como bem disse Waldick Soriano, "eu não sou cachorro não", sou filho de Deus, completou Ferreira Gullar. E aí, tudo certo?
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