E disse Albert Camus a Gerardo Mello Mourão: "não faça política, não faça isso. Nós somos artistas, te afasta disto! O político faz a história, não temos nada que fazer história. O poeta sofre a história."
Uma paráfrase talvez, foi Camus o segundo raio a cair ( da consciência divina ) não no mesmo lugar, mas no mesmo sentido, pois sabíamos já o dito: "A poesia não se ocupa dos eventos históricos nem da política, porque ela é que produz a lei que permite a política e a história", orientou Lautréamont.
[ das surras que levei neste weekend ]
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